sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O que fica é esse vazio... Esse silêncio que grita cada vez mais alto e insiste em me mostrar sua ausência.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012




As mudanças são constantes, necessárias, voluntárias ou até involuntárias...
O físico segue um padrão, notório! Cresde, envelhece.
A mente também segue, não um padrão; só segue...
Há quem pareça seguir evoluindo,
há quem pareça numa constante linha reta.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Elas, Nós.


O tempo passa e percebo que as pessoas são lindas.
Por mais frustações que passemos, por mais difícil e complicado que seja lidar com a pessoa...
Não há problema que justifique a "beleza" de uma pessoa, aliás,
se existe problema é pela complexidade existente em cada ser.

O complicado e o difícil se torna arte.
É o que não nos resume a uma explicação simplória...
De simples, não temos nem o nome; cada um com sua origem, significado...

somos únicos...
Nas mãos carregamos digitais;
na bagagem, os maiores sentimentos do mundo.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Trajeto

Escolhendo o percurso dessa minha viagem,
muitas coisas deposito na balança:
Objetos, sentimentos, pessoas...
Com muito peso a viagem fica cansativa
e como essa é uma viagem única,
me desfaço de tudo que me cansa.

Desapego, eis a palavra!
De tudo que pesa,

que deixa a vida estática,
que finca os pés ao chão.
O percurso não é fácil,
mas pode ser mais “leve” .

a fresh page...a fresh start




Agora, acabo de virar minha página.
A outra não tinha mais lugar,
não tinha espaço.
Sabe como é,
rabiscada demais não dá pra escrever,
muito menos compreender o que estava escrito...

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Razão. Razões.

Quem não gosta de ter razão?
Baseadas em "razões" agimos,mudamos,construímos...
Brigamos, zangamos, culpamos...
O motivo: "Estou com a razão."
Mas afinal, quem estava com "a razão" naquela situação? (...)


Através da nossa leitura de mundo desde a infância, construímos nossa personalidade, caráter, nossos princípios e nosso "modelo de razão". A ilusão da certeza de que estamos certos, da convicção das certezas que são tidas como absolutas, impedem-nos de desenvolvermos empatia.
Em maior ou menor grau somos acometidos por essas razões... Talvez o tornar inflexível à compreensão alheia, seja pela preocupação em ser aprovado por alguém, ser o centro da atenção... Talvez...
A isso: Egoismo! Orgulho!
A desculpa mascarada para certas atitudes consiste na utilização das razões como justificativa.

Como seres imperfeitos e vindo de nós, entendamos de uma vez:

Aos olhos de outros, o que fazemos tem outra leitura, outras razões...
Nesse caso, flexibilidade torna-se olhar algumas situações com uma visão pluralista e imparcial pois, "A sua razão" torna-se apenas a SUA razão.
Chega-se, então, ao ponto:

Razão X Felicidade

Mais vale?

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Relações de Gênero

“ Certa vez Marx perguntou: ‘O que é um escravo negro? Um homem de raça negra. Esta explicação é tão boa quanto a outra: um negro é um negro. Ele se torna um escravo somente em certas relações’. Poderíamos então parafrasear: O que é uma mulher subordinada? Uma fêmea da espécie humana. Esta explicação é tão boa quanto a outra: a mulher é uma mulher. Ela se torna uma doméstica, uma esposa, um objeto, uma coelhinha, uma prostituta, ou um ditafone humano somente em certas relações” (Gayle Rubin antropóloga norte-americana)